Botijão de gás sobe 0,22% na semana e custa em média R$ 114,98, diz a ANP
Na semana de 18/10 a 24/10/2026, o preço médio do botijão vai de R$ 104,72 no Rio de Janeiro a R$ 140,80 em Roraima. Em quatro semanas, a alta acumulada é de 0,16%.
O botijão de gás de cozinha de 13 kg custou em média R$ 114,98 no Brasil na semana de 18/10 a 24/10/2026, informou a ANP, alta de 0,22% sobre os R$ 114,73 da semana anterior. A pesquisa visitou 3.330 revendas.
Em quatro semanas, desde a pesquisa encerrada em 26/09/2026, o botijão acumula alta de 0,16%. Na comparação com a semana encerrada em 25/10/2025, cerca de um ano antes, quando custava R$ 110,28, a alta é de 4,26%.
Onde o botijão está mais caro e mais barato
O gás de cozinha mais caro do país está em Roraima, com média de R$ 140,80 pelo botijão; depois aparecem o Tocantins (R$ 135,80), o Maranhão (R$ 131,99), o Amapá (R$ 129,10) e o Amazonas (R$ 128,91). O mais barato está no Rio de Janeiro, a R$ 104,72; em seguida vêm Pernambuco (R$ 104,88), o Espírito Santo (R$ 105,21), o Distrito Federal (R$ 107,55) e Alagoas (R$ 108,20).
Na semana, o preço médio subiu em 15 estados e caiu em 11. A maior alta foi no Pará (+2,60%, para R$ 120,83). A maior queda foi no Paraná (−0,82%, para R$ 114,25).
| Estado | Botijão 13 kg | Na semana | % do salário mínimo |
|---|---|---|---|
| Roraima (RR) | R$ 140,80 | −0,14% | 8,7% |
| Tocantins (TO) | R$ 135,80 | +0,57% | 8,4% |
| Maranhão (MA) | R$ 131,99 | +0,73% | 8,1% |
| Amapá (AP) | R$ 129,10 | 0,00% | 8,0% |
| Amazonas (AM) | R$ 128,91 | +0,10% | 8,0% |
| Mato Grosso (MT) | R$ 128,19 | +0,09% | 7,9% |
| Rondônia (RO) | R$ 127,94 | −0,16% | 7,9% |
| Acre (AC) | R$ 124,47 | +0,07% | 7,7% |
| Santa Catarina (SC) | R$ 122,23 | −0,62% | 7,5% |
| Pará (PA) | R$ 120,83 | +2,60% | 7,5% |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 119,66 | −0,34% | 7,4% |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 118,59 | +0,13% | 7,3% |
| São Paulo (SP) | R$ 116,84 | +0,27% | 7,2% |
| Bahia (BA) | R$ 116,38 | +0,09% | 7,2% |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 115,71 | +0,55% | 7,1% |
| Paraná (PR) | R$ 114,25 | −0,82% | 7,0% |
| Sergipe (SE) | R$ 113,48 | −0,28% | 7,0% |
| Goiás (GO) | R$ 113,34 | −0,59% | 7,0% |
| Ceará (CE) | R$ 112,60 | +0,42% | 6,9% |
| Piauí (PI) | R$ 112,09 | −0,44% | 6,9% |
| Minas Gerais (MG) | R$ 112,02 | +0,20% | 6,9% |
| Paraíba (PB) | R$ 109,16 | +0,06% | 6,7% |
| Alagoas (AL) | R$ 108,20 | +1,59% | 6,7% |
| Distrito Federal (DF) | R$ 107,55 | −0,38% | 6,6% |
| Espírito Santo (ES) | R$ 105,21 | −0,06% | 6,5% |
| Pernambuco (PE) | R$ 104,88 | −0,14% | 6,5% |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 104,72 | +0,82% | 6,5% |
O que isso muda para você
Com o salário mínimo de 2026, de R$ 1.621,00, o botijão médio do país consome 7,1% da renda mensal de quem ganha o piso; dá para comprar 14 botijões com um salário. Em Roraima, onde o gás está mais caro, a fatia sobe para 8,7%; no Rio de Janeiro, fica em 6,5%.
Os valores são médias das revendas pesquisadas: o preço muda de um ponto de venda para outro, mesmo na mesma cidade, e pode incluir ou não a entrega em casa. Vale comparar antes de comprar e conferir se o botijão tem o lacre e a etiqueta da distribuidora.
Sobre os dados
- Fonte: ANP, Levantamento de Preços de Combustíveis, planilhas semanais de preços médios de revenda do Brasil e dos estados da série histórica; produto GLP, botijão de 13 kg.
- Semana pesquisada: de 18/10 a 24/10/2026. Variação na semana: contra a pesquisa encerrada em 17/10/2026; em 4 semanas: contra a encerrada em 26/09/2026; em um ano: contra a encerrada em 25/10/2025.
- Salário mínimo de 2026: R$ 1.621,00 (tabela oficial usada nas calculadoras do site). A fatia do salário e o número de botijões foram calculados pela redação com as médias oficiais.
- Dados consultados em 01/11/2026, às 15:00 (horário de Brasília).
Matéria produzida automaticamente pela Redação Ritmo Econômico a partir de dados oficiais, sem interpretação de terceiros.
Fonte: ANP (Levantamento de Preços de Combustíveis) · atualizado em 01/11/2026, 15:00
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