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Governo autoriza reajuste de até 3,81% nos preços dos remédios em 2026

O ajuste máximo varia conforme a concorrência em cada classe de medicamentos: 3,81%, 2,47% ou 1,13%. O teto é menor que o de 2025 (5,06%).

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A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou o reajuste anual dos preços dos remédios a partir de 31 de março de 2026. O aumento máximo é de 3,81% para os medicamentos do nível 1, de 2,47% para os do nível 2 e de 1,13% para os do nível 3, segundo a Resolução CM-CMED nº 4, de 30 de março de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 31/03/2026 (Seção 1, página 33).

Em 2025, os limites tinham sido de 5,06%, 3,83% e 2,60%, pela resolução publicada em 31/03/2025. No nível 1, o teto caiu 1,25 ponto percentual.

Os níveis dependem da concorrência em cada classe terapêutica, medida pela CMED: o nível 1 reúne as classes com mais concorrência, em que o ajuste permitido é o maior; o nível 3, as classes com menos concorrência, em que o ajuste permitido é o menor.

Ajuste máximo dos preços dos remédios em 2026, por nível (%)Ajuste máximo de preços de medicamentos autorizado pela CMED em 2026: nível 1, 3,81%; nível 2, 2,47%; nível 3, 1,13%.0%2%4%6%Nível 3: até 1,13% em 2026Nível 3Nível 2: até 2,47% em 2026Nível 2Nível 1: até 3,81% em 20263,81%Nível 1
Ajuste máximo dos preços dos remédios em 2026, por nível (%) · Fonte: CMED, resolução no Diário Oficial da União

Os limites de cada nível

Ajuste máximo autorizado pela CMED (p.p. = pontos percentuais)
Nível20262025Mudança
Nível 13,81%5,06%−1,25 p.p.
Nível 22,47%3,83%−1,36 p.p.
Nível 31,13%2,60%−1,47 p.p.

O que isso muda para você

O reajuste não é automático nem obrigatório: é o limite que cada fabricante pode aplicar. Para cada R$ 100 do preço de um remédio, o aumento máximo é de R$ 3,81 no nível 1, R$ 2,47 no nível 2 e R$ 1,13 no nível 3.

Pela resolução, as farmácias devem manter à disposição do consumidor a lista de preços atualizada e não podem cobrar mais do que o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) publicado pela CMED, que varia conforme o ICMS de cada estado. A lista oficial pode ser consultada no portal da Anvisa. Para quem usa remédio contínuo, vale pesquisar entre farmácias e perguntar pela versão genérica.

Sobre os dados

Matéria produzida automaticamente pela Redação Ritmo Econômico a partir de dados oficiais, sem interpretação de terceiros.

Fonte: CMED (Diário Oficial da União) · atualizado em 31/03/2026, 08:00

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