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Amapá tem o maior desemprego do país no 2º trimestre (9,8%); Santa Catarina, o menor (2,1%)

No Brasil, a taxa de desocupação ficou em 5,4%. Em relação ao trimestre anterior, o desemprego caiu em 26 unidades da federação e subiu em uma.

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O Amapá teve a maior taxa de desocupação do país no 2º trimestre de 2026, 9,8%, e Santa Catarina, a menor, 2,1%, segundo a PNAD Contínua trimestral, do IBGE. No Brasil como um todo, a taxa foi de 5,4%.

Na média do país, a desocupação caiu 0,7 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2026 (6,1%) e caiu 0,4 ponto percentual na comparação com o 2º trimestre de 2025 (5,8%).

As maiores taxas foram as do Amapá (9,8%), da Bahia (9,1%), de Pernambuco (8,3%), do Piauí (8,3%) e de Alagoas (7,9%). As menores, as de Santa Catarina (2,1%), de Mato Grosso (2,2%), do Espírito Santo (2,3%), de Rondônia (2,6%) e de Mato Grosso do Sul (2,7%).

Na comparação com o trimestre anterior, a taxa caiu em 26 unidades da federação e subiu em uma. A maior queda foi no Rio Grande do Norte (2,0 pontos percentuais, para 5,6%), e a maior alta, no Rio Grande do Sul (0,2 ponto percentual, para 4,2%). Em um ano, o desemprego recuou em 21 unidades da federação e aumentou em quatro; em duas, ficou igual.

Taxa de desocupação no Brasil por trimestre (%)Taxa de desocupação no Brasil do 2º trimestre de 2024 ao 2º trimestre de 2026; última, 5,4%.4%5%6%7%8%2º trimestre de 2024: 6,9%3º trimestre de 2024: 6,4%4º trimestre de 2024: 6,2%1º trimestre de 2025: 7,0%2º trimestre de 2025: 5,8%3º trimestre de 2025: 5,6%4º trimestre de 2025: 5,1%1º trimestre de 2026: 6,1%2º trimestre de 2026: 5,4%5,4%2T242T252T26
Taxa de desocupação no Brasil por trimestre (%) · Fonte: IBGE, PNAD Contínua (Sidra, tabela 4099)

O ranking dos estados

Taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais, do maior para o menor, no 2º trimestre de 2026
Unidade da federação2º tri/261º tri/26Dif. (p.p.)2º tri/25Dif. em 1 ano (p.p.)
1º Amapá (AP)9,8%10,0%−0,26,9%+2,9
2º Bahia (BA)9,1%9,2%−0,19,1%0,0
3º Pernambuco (PE)8,3%9,2%−0,910,4%−2,1
4º Piauí (PI)8,3%8,9%−0,68,5%−0,2
5º Alagoas (AL)7,9%9,2%−1,37,5%+0,4
6º Sergipe (SE)7,9%8,6%−0,78,1%−0,2
7º Amazonas (AM)7,5%8,3%−0,87,7%−0,2
8º Rio de Janeiro (RJ)7,1%7,3%−0,28,1%−1,0
9º Acre (AC)6,6%8,2%−1,67,3%−0,7
10º Ceará (CE)6,6%7,3%−0,76,6%0,0
11º Distrito Federal (DF)6,5%7,1%−0,68,7%−2,2
12º Pará (PA)6,2%7,0%−0,86,9%−0,7
13º Maranhão (MA)6,0%6,9%−0,96,6%−0,6
14º Rio Grande do Norte (RN)5,6%7,6%−2,07,5%−1,9
15º Paraíba (PB)5,4%7,0%−1,67,0%−1,6
16º São Paulo (SP)5,4%6,0%−0,65,1%+0,3
17º Roraima (RR)5,0%5,7%−0,75,9%−0,9
18º Rio Grande do Sul (RS)4,2%4,0%+0,24,3%−0,1
19º Tocantins (TO)4,1%5,6%−1,55,3%−1,2
20º Goiás (GO)4,0%5,1%−1,14,4%−0,4
21º Minas Gerais (MG)3,8%5,0%−1,24,0%−0,2
22º Paraná (PR)3,1%3,5%−0,43,8%−0,7
23º Mato Grosso do Sul (MS)2,7%3,8%−1,12,9%−0,2
24º Rondônia (RO)2,6%3,7%−1,12,3%+0,3
25º Espírito Santo (ES)2,3%3,2%−0,93,1%−0,8
26º Mato Grosso (MT)2,2%3,1%−0,92,8%−0,6
27º Santa Catarina (SC)2,1%2,7%−0,62,2%−0,1
Brasil5,4%6,1%−0,75,8%−0,4

O que isso muda para você

A taxa de cada estado mostra onde está mais difícil conseguir trabalho. Para quem pensa em mudar de cidade por emprego, vale olhar também a renda média e o custo de vida, que variam muito entre as regiões. Desocupado, para o IBGE, é quem não tem trabalho e procurou emprego no período da pesquisa. Os números dos estados vêm de uma amostra menor que a do país, então diferenças pequenas entre um trimestre e outro (de poucos décimos) podem estar dentro da margem de erro da pesquisa.

Sobre os dados

  • Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua trimestral: tabela 4099 do Sidra (taxa de desocupação por unidade da federação). A taxa do Brasil foi conferida com a tabela 6381.
  • Trimestre de referência: 2º trimestre de 2026, comparado com o 1º trimestre de 2026 e com o 2º trimestre de 2025. As diferenças em pontos percentuais foram calculadas pela redação a partir dos números oficiais, com uma casa decimal.
  • Dados consultados em 01/11/2026, às 14:38 (horário de Brasília).

Matéria produzida automaticamente pela Redação Ritmo Econômico a partir de dados oficiais, sem interpretação de terceiros.

Fonte: IBGE (PNAD Contínua trimestral) · atualizado em 01/11/2026, 14:38

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