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Juro do consignado do INSS cai para 1,76% ao mês em setembro, diz o Banco Central

No consignado de servidores, a média ficou em 1,81% ao mês e, no dos trabalhadores com carteira, em 3,75% ao mês. Sem desconto em folha, o crédito pessoal custou 6,42% ao mês.

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Quem contratou um empréstimo consignado com desconto no benefício do INSS em setembro de 2026 pagou, em média, juros de 1,76% ao mês, o equivalente a 23,22% ao ano, informou o Banco Central. O resultado representa queda de 0,06 ponto percentual em relação a agosto (1,82% ao mês).

Um ano antes, em setembro de 2025, o consignado do INSS cobrava em média 1,81% ao mês (23,97% ao ano).

Nas outras modalidades de consignado, as taxas médias foram: servidores públicos, 1,81% ao mês (23,95% ao ano), queda de 0,01 ponto percentual no mês; e trabalhadores do setor privado, 3,75% ao mês (55,46% ao ano), queda de 0,04 ponto percentual no mês. Considerando todo o consignado, a média ficou em 2,11% ao mês. Para comparar, o crédito pessoal sem desconto em folha cobrou 6,42% ao mês (110,94% ao ano).

Consignado do INSS: taxa média de juros (% ao mês)Taxa média mensal de juros do consignado para aposentados e pensionistas do INSS de setembro de 2024 a setembro de 2026; última, 1,76% ao mês.1,6%1,7%1,8%1,9%setembro de 2024: 1,64% ao mêsoutubro de 2024: 1,64% ao mêsnovembro de 2024: 1,65% ao mêsdezembro de 2024: 1,66% ao mêsjaneiro de 2025: 1,75% ao mêsfevereiro de 2025: 1,78% ao mêsmarço de 2025: 1,80% ao mêsabril de 2025: 1,81% ao mêsmaio de 2025: 1,83% ao mêsjunho de 2025: 1,83% ao mêsjulho de 2025: 1,82% ao mêsagosto de 2025: 1,81% ao mêssetembro de 2025: 1,81% ao mêsoutubro de 2025: 1,80% ao mêsnovembro de 2025: 1,80% ao mêsdezembro de 2025: 1,80% ao mêsjaneiro de 2026: 1,81% ao mêsfevereiro de 2026: 1,82% ao mêsmarço de 2026: 1,81% ao mêsabril de 2026: 1,80% ao mêsmaio de 2026: 1,82% ao mêsjunho de 2026: 1,83% ao mêsjulho de 2026: 1,82% ao mêsagosto de 2026: 1,82% ao mêssetembro de 2026: 1,76% ao mês1,76%set/24set/25set/26
Consignado do INSS: taxa média de juros (% ao mês) · Fonte: Banco Central do Brasil (SGS 25468)

As taxas modalidade por modalidade

Taxas médias das novas operações com pessoas físicas em setembro de 2026 (recursos livres)
ModalidadeAo mêsAo anoAo mês em ago.Um ano antesParcela de R$ 10.000 em 48x*
INSS (aposentados e pensionistas)1,76%23,22%1,82%1,81%R$ 310,30
Servidores públicos1,81%23,95%1,82%1,84%R$ 313,54
Trabalhadores do setor privado3,75%55,46%3,79%3,91%R$ 452,26
Consignado (média geral)2,11%28,53%2,14%2,00%R$ 333,36
Crédito pessoal sem consignação6,42%110,94%6,39%5,99%R$ 676,11

*Parcela fixa (tabela Price) calculada pela redação com a taxa média de cada modalidade, sem IOF, seguros ou tarifas; serve só para comparar o custo. Na tabela, R$ 10.000 em 48 meses.

O que isso muda para você

Pela taxa média de setembro, um empréstimo de R$ 10.000 em 48 parcelas teria prestação de cerca de R$ 310,30 no consignado do INSS, contra R$ 676,11 no crédito pessoal sem consignação: uma diferença de R$ 365,81 por mês, ou R$ 17.558,83 no total. O consignado é mais barato porque a parcela é descontada direto do benefício ou do salário, o que reduz o risco para o banco.

As taxas da reportagem são médias; cada banco cobra a sua. Para aposentados e pensionistas, o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) define um teto de juros para o consignado do INSS, e as taxas de cada instituição podem ser consultadas no aplicativo ou site Meu INSS e na página do INSS. Antes de contratar, compare o Custo Efetivo Total (CET), desconfie de ofertas por telefone e lembre que a parcela compromete a renda por anos.

Sobre os dados

  • Fonte: Banco Central do Brasil, Estatísticas monetárias e de crédito; taxas médias de juros das operações com recursos livres para pessoas físicas, séries do SGS: aposentados e pensionistas do INSS 25468 e 20746; servidores públicos 25467 e 20745; trabalhadores do setor privado 25466 e 20744; consignado total 25469 e 20747; crédito pessoal não consignado 25464 e 20742 (ao mês e ao ano).
  • Mês de referência: setembro de 2026. As taxas são médias das novas contratações, ponderadas pelo valor. As diferenças e as parcelas foram calculadas pela redação.
  • Dados consultados em 01/11/2026, às 14:55 (horário de Brasília).

Matéria produzida automaticamente pela Redação Ritmo Econômico a partir de dados oficiais, sem interpretação de terceiros.

Fonte: Banco Central do Brasil (SGS) · atualizado em 01/11/2026, 14:55

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